Mulher sofre falência de órgãos e tem morte cerebral após beber vinho durante viagem

junho 18, 2026 - 16:46
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Mulher sofre falência de órgãos e tem morte cerebral após beber vinho durante viagem

Uma viagem de férias terminou em tragédia para a corretora de imóveis russa Anna Korosteleva, de 50 anos. A turista teve a morte cerebral declarada após supostamente consumir uma bebida contaminada com metanol enquanto visitava Bali, na Indonésia.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional, Anna passou mal após beber dois copos do vinho tinto Cap Orang Tua, uma bebida alcoólica tradicional da região adquirida em uma barraca à beira da estrada.

A mulher estava acompanhada do namorado, que não consumiu a bebida. Pouco tempo depois, ela começou a apresentar sintomas graves, incluindo náuseas, vômitos, sensibilidade intensa à luz e dificuldade para respirar.

Diante do rápido agravamento do quadro, o companheiro levou Anna às pressas para um hospital local. No trajeto, ela começou a sofrer convulsões e perdeu a consciência, não voltando a despertar desde então.

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Internada desde o dia 31 de maio, a turista recebeu atendimento intensivo, incluindo ventilação mecânica e sessões de hemodiálise. Apesar dos esforços médicos, ela desenvolveu insuficiência renal e exames posteriores indicaram ausência de atividade cerebral, levando à declaração de morte cerebral.

Uma amiga da família relatou à imprensa russa que os sintomas surgiram ainda na noite em que a bebida foi consumida.

“À noite, ela começou a vomitar muito e, pela manhã, piorou ainda mais. Igor a levou imediatamente ao hospital. No caminho, ela começou a ter convulsões e perdeu a consciência”, afirmou.

Mesmo diante do diagnóstico, familiares seguem recusando aceitar a morte da turista e mantêm a esperança de uma recuperação.

Além do drama emocional, a família enfrenta elevados custos médicos. Segundo informações divulgadas pela imprensa britânica, as despesas hospitalares já ultrapassam 2,5 milhões de rublos, valor equivalente a mais de R$ 170 mil.

O caso reacende o alerta sobre os riscos do consumo de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol, substância altamente tóxica que pode provocar cegueira, falência de órgãos e morte.