Bilionário que gasta R$ 9,8 milhões por ano para não envelhecer descobre doença incurável

julho 6, 2026 - 08:45
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Bilionário que gasta R$ 9,8 milhões por ano para não envelhecer descobre doença incurável

Conhecido mundialmente por investir milhões de dólares em busca da chamada "juventude eterna", o empresário e biohacker americano Bryan Johnson, de 48 anos, revelou que foi diagnosticado com uma gastrite autoimune, doença considerada incurável.

A informação foi compartilhada pelo próprio bilionário em suas redes sociais. Segundo ele, a enfermidade faz com que seu sistema imunológico ataque o próprio estômago.

"Meu estômago está devorando a si mesmo", escreveu Johnson ao comentar o diagnóstico. Apesar da gravidade da condição, ele afirmou que continuará buscando alternativas para enfrentar a doença.

De acordo com o empresário, a gastrite autoimune afeta entre 2% e 5% da população mundial e possui poucas opções de tratamento. "A medicina tradicional admite a derrota, afirmando que nada pode ser feito além de controlar a doença", declarou.

Milhões investidos para tentar rejuvenescer

Bryan Johnson ganhou notoriedade internacional por adotar um rígido protocolo de saúde com o objetivo de desacelerar o envelhecimento e recuperar características fisiológicas de uma pessoa de 18 anos.

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Magnata do setor de tecnologia em Utah, nos Estados Unidos, ele investe cerca de US$ 2 milhões por ano — aproximadamente R$ 9,8 milhões — em exames, tratamentos, acompanhamento médico e hábitos voltados à longevidade.

Sua rotina inclui fazer a última refeição do dia às 11h da manhã, monitorar constantemente indicadores de saúde, medir a temperatura corporal e realizar um intenso treinamento físico dividido em 25 etapas.

Após os exercícios, Johnson mantém uma alimentação totalmente baseada em vegetais, excluindo qualquer alimento de origem animal. Entre os itens presentes em sua dieta estão brócolis, gengibre, alho, couve-flor e outros alimentos considerados benéficos para a saúde.

Mesmo após descobrir a doença autoimune, o empresário afirmou que continuará procurando maneiras de preservar sua saúde e enfrentar o diagnóstico, apesar de reconhecer que as chances de cura são extremamente reduzidas.