Adolescente toca em partes íntimas de bebê de 1 ano e filma abuso

julho 3, 2026 - 16:00
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Adolescente toca em partes íntimas de bebê de 1 ano e filma abuso
Reprodução/ RD News

Uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) resultou na apreensão e condenação de um adolescente no município de Alto Paraíso de Goiás, na região da Chapada dos Veadeiros. O menor foi sentenciado pela Justiça por atos infracionais análogos aos crimes de estupro de vulnerável e registro de pornografia infantil, após ter abusado e filmado um bebê de apenas 1 ano de idade.

O mandado judicial de internação foi cumprido pelas equipes policiais na última terça-feira (30/6). O caso gerou imensa revolta e consternação na comunidade local pela frieza das ações do infrator.

Flagrante em Celular: Parente Encontra Vídeo em Pasta Oculta

De acordo com o inquérito policial, o adolescente tinha livre acesso à residência da família e se aproveitava da relação de confiança. O crime foi cometido em um momento de distração na casa: ele aguardou a mãe da vítima se ausentar por alguns minutos para cuidar de outro filho para tocar as partes íntimas do bebê e registrar toda a ação com a câmera do próprio celular.

A farsa e o crime hediondo foram descobertos por puro detalhe. Uma parente da vítima pediu o aparelho celular do adolescente emprestado para uma atividade rotineira. Ao mexer no dispositivo, ela decidiu checar a lixeira do sistema e encontrou o vídeo do abuso escondido na pasta de mídias recentemente excluídas. Chocada com as imagens, a mulher acionou as autoridades imediatamente.

Condenação e Internação por Tempo Indeterminado

Após o trâmite do devido processo legal e o esgotamento de todos os recursos da defesa, o Poder Judiciário goiano aplicou a medida socioeducativa mais severa prevista pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): a internação por período indeterminado.

O infrator foi capturado e conduzido inicialmente para a Central de Flagrantes de Formosa (GO). Ele permanece apreendido na unidade prisional aguardando a liberação de uma vaga definitiva em um centro de internação de menores infratores do estado.

A Delegacia de Polícia Civil de Alto Paraíso segue com as apurações para elucidar se há algum grau de parentesco consanguíneo entre o autor e o bebê, além de mapear se os arquivos digitais chegaram a ser compartilhados na internet ou em redes de mensagens.