Homem é flagrado tentando sequestrar menina de 4 anos em mesa de bar
Momentos de puro terror foram registrados por câmeras de segurança de um estabelecimento comercial em Jataí, no sudoeste de Goiás. Um homem de 28 anos foi flagrado e detido na noite do último sábado (4/7) após tentar sequestrar uma menina de apenas 4 anos de idade. A ação violenta gerou revolta imediata nas testemunhas que presenciaram a cena.
O crime ocorreu em um comércio localizado no bairro Vila Progresso. As imagens do circuito interno, divulgadas pela página @rotapolicialnoticias, mostram o exato momento em que o suspeito entra no local, aproxima-se da criança de forma repentina e a puxa violentamente pelos braços, arrastando-a para uma área mais isolada do estabelecimento.
Desespero dos Pais, Reação de Vigilante e Sinais de Embriaguez
Os responsáveis pela menina perceberam o movimento abrupto em fração de segundos e correram atrás do indivíduo para resgatar a criança. Ao notar a tentativa de fuga e o desespero da família, um vigilante que prestava serviços no local, com o auxílio de clientes, conseguiu cercar e imobilizar o agressor.
Revoltadas com a brutalidade da cena, as testemunhas partiram para cima do suspeito. Ele chegou a ser agredido com um forte chute por um homem não identificado, enquanto uma mulher gritava indignada: “Você não tem mãe, não?! Não tem família?!”. Nas gravações, o rapaz aparece deitado no chão proferindo falas totalmente desconexas e arrastadas, apresentando visíveis sinais de embriaguez ou sob efeito de substâncias entorpecentes.
A Polícia Militar de Goiás (PMGO) foi acionada com urgência, efetuou a prisão do homem em flagrante e o conduziu até a delegacia de plantão da cidade.
Polêmica: Suspeito Assina Termo por Lesão Leve e Acaba Liberado
Apesar da gravidade das imagens e do pânico causado à família, o desfecho do caso na esfera jurídica provocou indignação. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) informou formalmente que o homem foi ouvido, assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de lesão corporal leve e foi colocado em liberdade logo em seguida.
Durante o interrogatório oficial conduzido pelo delegado, o investigado optou por exercer seu direito constitucional de permanecer em silêncio, recusando-se a explicar o motivo do ataque. O caso segue sob apuração da PCGO, que busca determinar a motivação real do ato e se o homem possuía qualquer tipo de ligação prévia ou parentesco com a família da vítima.