Adolescentes são flagrados fazendo sexo em cinema
O que era para ser uma tranquila sessão de cinema em um shopping de Londrina, no Paraná, virou caso de polícia na última sexta-feira (26/6). Um casal de adolescentes foi flagrado por testemunhas praticando atos sexuais no meio das poltronas. O episódio inusitado ganhou grande repercussão nesta segunda-feira (29/6), após o policial militar que atendeu a ocorrência divulgar os detalhes da abordagem com um tom irreverente em suas redes sociais.
A movimentação suspeita e os barulhos incomóis chamaram a atenção de um cliente que estava na mesma sala assistindo ao filme. Incomodada com a audácia dos jovens, a testemunha pegou o celular, filmou a cena e acionou a gerência e a Polícia Militar.
"Parecia Som Surround Stereo", Detalha Policial
Uma equipe do 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM) foi deslocada imediatamente para o shopping. Em seu relato nas redes sociais, o cabo Emerson Castro detalhou como a testemunha percebeu o comportamento do casal de forma bem-humorada, ironizando a tecnologia da sala de projeção:
“A qualidade 4K da tela era inquestionável. O que não se sabia é que o som também teria uma qualidade diferenciada. Parecia surround stereo 7.0. A pessoa observou que, do seu lado, havia gemidos e pegou o celular para filmar a cena inusitada. Era um casal em pleno ato sexual. O coito estava em andamento. A pessoa se ofendeu e acabou se deslocando até a gerência”, revelou o cabo.
Casal Esqueceu que Sala Era Monitorada por Câmeras
Os militares entraram na sala e identificaram os infratores. O policial fez questão de alertar sobre a falsa sensação de privacidade que o escurinho do cinema proporciona, lembrando que os estabelecimentos modernos contam com tecnologia de ponta para segurança.
“Todo o ambiente dentro do cinema é monitorado por câmeras, câmeras na frente e câmeras atrás. E o casal, mesmo assim, quis se expor diante de toda aquela população que estava ali dentro. Tudo sendo monitorado e, mesmo assim, o casal quis se aventurar”, destacou o militar.
Por se tratar de menores de idade, os policiais acionaram os responsáveis legais dos adolescentes para acompanharem o desenrolar da ocorrência. Os procedimentos seguiram estritamente as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para preservar a identidade dos envolvidos. O caso foi encaminhado para a Polícia Civil para as providências cabíveis por ato obsceno. Ao final, o cabo deixou um conselho: “Fiquem atentos. Cautela, cuidado! Fazer amor e amar não é crime, mas para tudo existe local”.